Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Vinícius de Moraes


Oi Isa
ResponderExcluirFiz o fotodiagrama do kusudama sem nome! uahauhua
Vai lá ver! =D http://origamiartequedobravida.blogspot.com/2011/05/pap-do-kusudama-nao-sei-o-nome-hehe.html
beijão
OI Isa
ResponderExcluirNão precisa me agradecer, foi somente um favorzinho!! ^^
beijão